quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013



      Vem aí: 

Recreio Orientado de Química

Participe, venha aprender e se divertir !
 Dia 06 de Março na hora do recreio, no saguão do colégio perto da escada no turno da manhã.


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Volta às aulas



    
      


 
As férias acabaram! Hora de limpar a mesa e recomeçar os estudos. Ano novo vida nova e mais um ano letivo de muito estudo.  Por mais que a preguiça de recomeçar seja a maior aliada para essa volta, logo depois de um longo período de descanso dos cadernos e livros, pense que está um ano mais velho e mais experiente! Pronto para encarar novos desafios e com fôlego para retomar o foco e concentração. Para os que ainda têm um ano antes do tão esperado vestibular, esse é um ano de preparação, mais concentração e tentar se desafiar ao máximo para que termine o ano sem preocupações de notas vermelhas e recuperações e possa se empenhar completamente para o pré-vestibular, assim podendo dar tudo de si. Para quem ainda não chegou nessa etapa, o ano é de empenho da mesma forma, já encarando que as matérias vistas serão retomadas no último ano e devem estar claras para que possam ser revistas sem problemas. 

É bom lembrar-se de que organizar seus horários sempre ajuda, dormir melhor e também deixar reservado um tempo para uma retomada nas matérias com antecedência antes das avaliações. Dormir bem nos mantém mais atentos na hora da explicação de matérias mais exigentes e também nos permite passar aqueles longos períodos de aula mais dispostos, uma boa alimentação também contribui para que nosso organismo esteja mais regulado. Manter o ritmo para a execução de trabalhos e tarefas antes das avaliações, retirar dúvidas de exercícios com os professores, são coisas que aparentemente sempre são ditas e parecem simples, mas nem sempre seguidas, aquela velha idéia do ‘deixo para depois’, quando esse depois vira muito em cima dos prazos e de nada ajuda. 

Essa preparação toda sempre funciona melhor quando mantemos nossa atitude positiva, começamos o ano dispostos a estudar. Voltamos às aulas para as mesmas coisas? Não necessariamente. Fique perto sim das pessoas que fizeram bem no ano anterior, mas tente dar oportunidades para novas pessoas se aproximarem, pessoas novas sempre acrescentam coisas legais e diferentes em nossa rotina. Organizar grupos de estudo entre a classe para promover novas amizades, além de agregar novos amigos, ainda ajuda muito na hora da prova. 

E praticamente já se iniciou o período letivo de 2013! O PIBID de Química do Colégio Piratini deseja a todos um ano cheio de conquistas e de novos projetos, metas alcançadas e um ótimo recomeço, lembrando que professores, bolsistas e supervisores do PIBID estarão presentes durante essa caminhada.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Pós Listão!!!!!

Com a divulgação do listão da UFRGS, entre outras universidades, estudantes e pais necessitam de um tempo para relaxar.

      • Dê um tempo para o adolescente ficar triste, chorar e se divertir. Ele ou ela precisa viver esse momento pós listão.
      • Os pais também sofrem com a reprovação...
      • Faça um balanço dos seus estudos e avalie o que deu errado do planejado, procure orientação vocacional.
      • Não passou no vestibular? Não se desespere. Amadureça! o ano está começando faça um bom planejamento, espelha-se em pessoas vitoriosas e busque conquistar a sua meta, o seu curso, tudo depende de você. Claro consulte seus pais, converse, aja, pense eles o conhecem, você se conhece e lute pelo o que quer.
      • Primeiro descanse, não fuja da realidade, depois entre com o plano de ação, seus pais não vão só pagar o cursinho vão ajudar você se houver organização, demonstração e garra aí sim a vaga será sua.
 
 
 
     
         
         

        Para quem passou.....

         
        Cuide os prazos e os documentos necessários para a matrícula, observe os dias e horários de funcionamento da secretaria da sua escola, informe-se!!!!!
         
        Parabéns pela conquista e muito sucesso!!!!!!!!!!!!
         
         
         
         
         
 
 

Cientistas transformam um tipo de neurônio em outro no cérebro!!!!

 
 
Cérebro em mutação
Biólogos da Universidade de Harvard (EUA) fizeram uma descoberta que está virando de ponta-cabeça as pesquisas com células-tronco e neurobiologia.
Paola Arlotta e Caroline Rouaux conseguiram transformar um tipo de neurônio já diferenciado em outro tipo de neurônio cerebral.
As pesquisadoras pegaram neurônios do corpo caloso, que unem os dois hemisférios do cérebro, e os transformaram em neurônios motores corticoespinhais, um tipo de neurônio mais conhecido por ser destruído pela esclerose lateral amiotrófica, ou doença de Lou Gehrig.
"Isso nos diz que talvez o cérebro não seja tão imutável como nós sempre pensamos porque, pelo menos durante uma janela temporal no início do seu desenvolvimento, pode-se reprogramar a identidade de uma classe neuronal em outra," disse Arlotta.
Conversão em cérebro vivo
O que torna a descoberta ainda mais significativa é que o trabalho foi feito nos cérebros de cobaias vivas, e não em culturas de células em tubos de ensaio.
Para transformar um tipo de neurônio em outro, as pesquisadoras usaram um fator de transcrição chamado Fezf2, que desempenha um papel central no desenvolvimento dos neurônios corticoespinhais no embrião.
Ainda não é possível afirmar que a reprogramação neuronal será possível em humanos, sobretudo em adultos, já que os experimentos foram feitos em camundongos jovens.
Mas, se for possível, isso terá enormes implicações para o tratamento de doenças neurodegenerativas.
Reposição de neurônios
"As doenças neurodegenerativas normalmente afetam uma população específica de neurônios, deixando muitos outros intocados. Por exemplo, na esclerose lateral amiotrófica, são os neurônios motores corticoespinhais no cérebro, e os neurônios motores na medula espinhal, dentre os muitos neurônios do sistema nervoso, que morrem seletivamente," explicou Arlotta.
"Mas que tal se pudermos pegar os neurônios que são poupados em uma determinada doença e transformá-los diretamente nos neurônios que morrem? Na esclerose lateral amiotrófica, se você puder gerar apenas uma pequena porcentagem de neurônios motores corticoespinhais, provavelmente seria suficiente para recuperar o funcionamento básico [do corpo]", concluiu ela.
A pesquisa foi publicada na revista Nature Cell Biology.
Fonte:Redação do Diário da Saúde



Se ioga fosse remédio, seria o melhor do mundo, dizem cientistas

 
 
 
 
É crescente o número de estudos científicos que comprovam benefícios da ioga para condições as mais diversas.
Como geralmente são estudos bastante específicos, voltados para determinadas condições, faltava um resumão, que pudesse avaliar todos esses resultados, colocá-los na mesma base metodológica, e verificar para quais condições a ioga é realmente útil e eficaz.
Foi o que fizeram Meera Balasubramaniam e seus colegas da Universidade Duke (EUA).
As conclusões foram muito claras.
"Se os benefícios da ioga pudessem ser colocados em um remédio, ele se tornaria a droga mais vendida no mundo inteiro," resume Meera.

Ioga para a mente

Esta revisão das pesquisas científicas na área centrou-se unicamente nos benefícios da ioga para desordens psiquiátricas.
Os pesquisadores analisaram mais de 100 estudos, mas selecionaram apenas 16 deles, considerados de alta qualidade e com experimentos controlados seguindo as melhores práticas científicas.
O estudo mostrou que a ioga tem efeitos positivos, mesmo na falta de tratamentos com os remédios tradicionais, sobre a depressão, problemas de sono, esquizofrenia e hiperatividade (TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, ou ADHD na sigla em inglês).
Foram confirmados benefícios da ioga para todas as doenças mentais incluídas na revisão, exceto para desordens alimentares, como bulimia e problemas cognitivos, cujos indícios se mostraram fracos ou conflitantes.

Prioridade global

Os cientistas deram destaque a estudos fisiológicos, nos quais foram acompanhados os chamados biomarcadores, mostrando que a ioga influencia elementos da biologia do corpo humano, gerando benefícios comparáveis aos da psicoterapia e dos antidepressivos - mas sem os efeitos colaterais destes últimos.
Segundo os cientistas, a prática da ioga afeta neurotransmissores, estresse oxidativo, inflamação, lipídios, fatores de crescimento e mensageiros secundários.
"A busca por melhores tratamentos, sobretudo aqueles não baseados em medicamentos, para atender às necessidades totais dos pacientes, é de importância extraordinária, e nós recomendamos que mais pesquisas sobre a ioga sejam consideradas uma prioridade global," concluem os autores.
Fonte: Redação do Diário da Saúde



A Lua como você nunca viu antes!!!

Sonda da NASA mostra que Lua teve juventude complexa e turbulenta

Mapa topográfico da Lua, com as cores servindo para diferenciar as diferentes ondas de impacto que atingiram o satélite. Parte da área mais familiar, que é vista da Terra, está no lado esquerdo da imagem.[Imagem: NASA/Goddard/MIT/Brown]

Novos dados da sonda lunar LRO(Lunar Reconnaissance Orbiter), mostram que a Lua foi bombardeada por duas "populações" distintas de asteroides ou cometas, ainda na sua juventude, e que sua superfície é mais complexa do que se pensava.
Os resultados foram publicados nesta sexta-feira em três artigos científicos na revista Science.
No primeiro artigo, James Head e seus colegas da Universidade Brown, nos Estados Unidos, apresentam um mapa topográfico global da Lua, com cores artificiais para mostrar as diferenças na gênese do relevo lunar.
A imagem é resultado de 2,4 bilhões de "disparos" do instrumento LOLA (Lunar Orbiter Laser Altimeter), a bordo da LRO.
"Nosso novo conjunto de dados mostra que a população mais velha de 'projéteis', nas terras mais altas, pode ser claramente distinguida da população mais jovem, registrada nos 'mares', nas gigantescas crateras de impacto cheias de fluxos de lava solidificada," disse Head.
Os cientistas que tentam reconstruir a história dos bombardeios de meteoritos na Terra enfrentam dificuldades porque as crateras de impacto são erodidas pelo vento e pela água, ou destruídas pela ação das placas tectônicas, o movimento gradual da crosta terrestre.
Já na Lua, está totalmente preservado um rico acervo de crateras, graças à sua atmosfera extremamente fina - na verdade um vácuo melhor do que aquele normalmente utilizado para experimentos de laboratório. A superfície da lua não tem água em estado líquido e o satélite também não tem placas tectônicas. A única fonte de erosão significativa são outros impactos.
Geologia da Lua
Nos outros dois artigos publicados hoje, os cientistas descrevem como os dados do instrumento Diviner Lunar Radiometer Experiment, instalado na LRO, estão mostrando que os processos geológicos que forjam a superfície lunar são também muito complexos do que se pensava.
Os dados revelaram diferenças inéditas na composição da crosta lunar nas regiões dos planaltos, e confirmou a presença de um material anormalmente rico em sílica em cinco regiões distintas.
Sonda da NASA mostra que Lua teve juventude complexa e turbulenta
Dados do instrumento Diviner sobrepostos a imagens ópticas, mostrando o que se acredita ser um vulcão que expeliu silicatos. [Imagem: NASA/Godard/UCLA/Stony Brook]
A geologia lunar pode ser basicamente dividida em duas categorias - os planaltos anortosíticos, ricos em cálcio e alumínio, e os "mares" basálticos, ricos em ferro e magnésio.
Os dois tipos de rochas são considerados pelos geólogos como "primitivos", ou seja, eles são o resultado direto da cristalização do material do manto lunar, a camada parcialmente derretida abaixo da crosta.
As observações confirmaram que a maioria dos terrenos lunares tem assinaturas espectrais consistentes com composições que se enquadram nessas duas categorias.
No entanto, elas revelaram também que as terras altas lunares - os planaltos - podem ser menos homogêneas do que se pensava anteriormente.
A grande dispersão desses solos revela que pode ter havido alterações na química e na taxa de resfriamento do oceano de magma que formou a crosta lunar primitiva, ou elas poderiam ser o resultado de um processamento secundário da crosta lunar.
Ainda mais surpreendente, em vários locais ao redor da Lua, a sonda detectou a presença de minerais silicatados, como quartzo e feldspatos ricos em potássio e em sódio - minerais só encontrados em associação com litologias altamente  evoluídas - rochas que foram submetidas a um intenso processo magmático.
A detecção de silicatos nesses locais é uma descoberta significativa para os cientistas porque ela ocorreu em áreas onde já havia sido registrada grande abundância do elemento tório, um outro indicador de litologias evoluídas.
 
Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/09/2010

O Sol como você nunca viu antes !!!!

O Sol como você nunca viu antes


A colagem mostra a riqueza de informações que instrumentos adequados podem gerar - cada imagem dá informações sobre uma região ou um comportamento específico do Sol.[Imagem: NASA/SDO/Goddard Space Flight Center]

Você nunca poderá ver o Sol diretamente, porque isso danificaria irremediavelmente as células da sua retina.
Mesmo uma câmera comum, com um filtro apropriado, não lhe daria mais do que uma imagem do disco amarelo característico da nossa estrela, que poderá aparecer um pouco mais avermelhado se ele estiver baixo no horizonte - o caminho maior que a luz percorre na atmosfera terrestre faz com que ela perca seus componentes azuis.
Mas os sensores do telescópio SDO (Solar Dynamics Observatory, Observatório da Dinâmica Solar) podem ver a luz do Sol de inúmeras formas diferentes.
O Sol emite luz em uma gama muito ampla de comprimentos de onda, ou frequências, que incluem, além da luz visível, infravermelha, ultravioleta e até raios X, apenas para citar as frequências mais conhecidas.
Cada um desses comprimentos de onda nos dá informações diferentes sobre o funcionamento e o comportamento do Sol, permitindo avaliar com mais precisão seu impacto sobre a Terra e todo o Sistema Solar.
A equipe do SDO, que pertence à NASA, fez então uma colagem das diversas imagens que os diferentes sensores do observatório fazem do Sol, mostrando a riqueza de informações que instrumentos adequados podem gerar.
Por exemplo, a luz amarela característica do Sol é gerada por átomos com temperatura na faixa dos 5.700 ºC, o que representa o que está acontecendo na superfície da estrela.
Já a luz ultravioleta extrema é emitida por átomos a 6.300.000 ºC, um bom comprimento de onda para estudar as erupções solares - a temperatura na atmosfera solar atinge picos muitíssimo superiores à da sua superfície, um fenômeno para o qual os cientistas ainda não possuem boas explicações.
A colagem inclui ainda imagens geradas por outros instrumentos, que mostram informações sobre magnetismo e Doppler.
Olhares sobre o Sol
O Sol como você nunca viu antes
Algumas das imagens usadas para compor o mosaico, todas feitas pelos instrumentos do telescópio solar SDO. [Imagem: NASA/SDO/Goddard Space Flight Center]
Veja todos os comprimentos de onda observados pelo SDO, medidos em Angstroms - 1 Angstrom equivale a 0,1 nanômetro - colocados em ordem de altitude de origem, da superfície do Sol para as regiões mais altas de sua atmosfera.
4.500: Mostra a superfície do sol, ou fotosfera.
1.700: Mostra a superfície do sol, juntamente como uma camada da atmosfera solar, chamada cromosfera, que fica logo acima da fotosfera e é onde a temperatura começa a aumentar.
1.600: Mostra uma mistura entre a fotosfera superior e a chamada região de transição, uma região entre a cromosfera e a camada mais superior da atmosfera solar, chamada corona. É na região de transição onde a temperatura sobe mais rapidamente.
304: Esta luz é emitida a partir da região de transição e da cromosfera.
171: Este comprimento de onda mostra a atmosfera do Sol, ou corona, quando ela está tranquila. Também mostra gigantescos arcos magnéticos, conhecidos como laços coronais.
193: Mostra uma região ligeiramente mais quente da corona, e também o material mais quente de uma labareda solar.
211: Este comprimento de onda mostra regiões magneticamente ativas e mais quentes na corona solar.
335: Este comprimento de onda também mostra regiões magneticamente ativas e quentes na corona.
94: Essa frequência destaca regiões da corona durante uma tempestade solar.
131: É nesta frequência que aparece o material mais quente durante uma erupção solar.
O Observatório da Dinâmica Solar (SDO) foi lançado em 2010, tendo como objetivo principal analisar o funcionamento do chamado dínamo solar, uma rede profunda de corrente de plasma que gera o campo magnético solar.
Mas os benefícios do telescópio estão indo muito além: seus instrumentos fotografam o Sol a cada 0,75 segundo e enviam de volta à Terra 1,5 terabyte de dados por dia.
Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica - 23/01/2013